CONCURSO INTERNACIONAL – TRIENAL DE LISBOA “A HOUSE IN LUANDA: PATIO AND PAVILION”
O edital define que a finalidade do concurso é “seleccionar a melhor proposta para a concepção de um protótipo de unidade familiar que origine um pátio, com um baixo custo de construção, destinada a famílias em situação de grande carência, comumente constituídas por 7-9 pessoas ( Pais, 3 filhos e 2 avós ou Pais, 5 filhos, 2 avós) , num terreno de topografia plana, situado no perímetro de Luanda. Pretende-se que seja criado um modelo replicável que traduza a especificidade social, económica e cultural de Luanda, querendo que este modelo ‘faça tecido urbano’, utilizando sistemas, práticas e materiais correntes da arquitectura local. O sistema de construção deve privilegiar a lógica de sustentabilidade, podendo considerar-se a construção faseada ou mesmo o recurso à auto-construção por parte dos seus futuros moradores, desejando-se uma atitude prospectiva associada a uma componente evolutiva do modelo.”
http://www.trienaldelisboa.com/
Segue imagens e memorial original enviados para este concurso de idéias em abril de 2010.
MEMORIAL
1. Plot and Public
This proposal investigates the impacts of disciplined plot typology on informal urban environments. A reflection on the meaning of the patio-enclosed-by-wall condition in this context, led us to question its intrinsic spatial qualities. It is clear that due to its ambiguous, opening / enclosing, inwards / outwards, condensing / spreading qualities, the elements patio and wall can stimulate or interrupt social interaction. The usage of these architectural elements, in a fragile human context such as Luanda’s outskirts, demands a whole new approach.
This proposal investigates the impacts of disciplined plot typology on informal urban environments. A reflection on the meaning of the patio-enclosed-by-wall condition in this context, led us to question its intrinsic spatial qualities. It is clear that due to its ambiguous, opening / enclosing, inwards / outwards, condensing / spreading qualities, the elements patio and wall can stimulate or interrupt social interaction. The usage of these architectural elements, in a fragile human context such as Luanda’s outskirts, demands a whole new approach.
2. Wall as Patio
The unfolding of this condition led us to merge the wall and patio into a single construction element that clearly defines the limits of the plot. Thick adobe masonry walls filled in with earth and excavation spoil, are strategically positioned in order to establish different levels of publicness within the plot: public, private and semi-public. When articulated into an urban block, the limits between each plot merge into a continuous and boundless new territory.
A. House and Construction
The dwelling program fits into this new extruded topography through a pair of overhanging pre-cast concrete slabs, resting on four pairs of reinforced concrete pillars. The collective domain is at the front side of the house, under the first slab, where the family has its meals and celebrates with their guests. The opposite side is the intimate domain, over the back¬yard slab, where the family sleeps. This opposition between the two programmatic blocks determines distinct slab usage: a constructive operation which embodies the house and family growth potential, leaving a 100 m2 area for future extension.
B. Materials and Time
The basic structural framework establishes the house’s spatial concept and its programmatic organization: low-cost adobe masonry walls filled in with earth and excavating spoil material, and pre-cast concrete slabs shelters. These features offer a flexible condition where the dwellers have several options on how to modify or expand their house, according to their needs and the technical skills they may have access to. The materials palette selected for the first stage of the dwelling displays light-weight, easy-handling OSB panels in the bedrooms; rough compacted soil floors and unfinished walls; mullion framed mosquito nets replacing glass openings; metal sheet roofing; detachable wooden staircase. In due time, all of these initial features should give place to new materials and new family organizations: the whole construction dynamically adapts to the ever-changing life conditions in Luanda.
A autoria do projeto é de André Sant’anna da Silva, Gaú Manzi, Ivo Magaldi Rodrigues da Cruz, Lucas Girard, Luís Pompeo Martins, Luiz Florence, Moreno Zaidan Garcia, Rafael Urano Frajndlich, Tiago Oakley, Pedro Saito e Gustavo Otsuka.
Sem comentários »REFORMA NO MORUMBI
Reforma em andamento no Morumbi. Esta residência estava desocupada há 20 anos. A intervenção na estrutura existente exigiu um cuidadoso estudo, devido à presença de vigas invertidas no pavimento superior, que dificultavam a redistribuição do programa de necessidades. Foi necessário também rever toda a elétrica e a hidráulica.
A fase de demolição está praticamente concluída. Algumas alvenarias (divisórias, platibanda, enchimentos) foram erguidas e o madeiramento do telhado foi executado há três semanas. A obra será realizada em etapas. A área construída é 360 metros quadrados.
Autoria: André Sant’anna da Silva, Gaú Manzi, Ivo Magaldi Rodrigues da Cruz, Lucas Girard, Luís Pompeo Martins, Luiz Florence, Moreno Zaidan Garcia, Rafael Urano Frajndlich, Tiago Oakley. Fotos por Gaú Manzi e Tiago Oakley
EMEF JARDIM OTAWA
Projeto do 23°S para escola de ensino fundamental, em Guarulhos (SP). O programa foi organizado, por determinação da Secretaria de Educação, em dois blocos: Escola e Módulo Comunidade. O bloco Escola está em fase de acabamento; o bloco módulo encontra-se em fase de fundação. Sistema construtivo: estrutura em concreto armado, vedações em alvenaria, cobertura metálica, fechamento da cobertura com persianas de PVC. Obras previstas para se encerrarem em 120 dias.
Autoria: André Sant’anna da Silva, Gaú Manzi, Ivo Magaldi Rodrigues da Cruz, Lucas Girard, Luís Pompeo Martins, Luiz Florence, Moreno Zaidan Garcia, Rafael Urano Frajndlich, Rodrigo Mendes de Souza, Tiago Oakley. Fotos por Lucas Girard e Moreno Zaidan. Arquiteto Colaborador: João Rett Lemos. Vistoria realizada no dia 10/06/2010.
TERMINAIS DE ÔNIBUS BRT - RIO 2016
AUTORES: André Sant’anna da Silva, Gaú Manzi, Ivo Magaldi Rodrigues da Cruz, Lucas Girard, Luís Pompeo Martins, Luiz Florence, Moreno Zaidan Garcia, Rafael Urano Frajndlich, Rodrigo Mendes de Souza, Tiago Oakley, Pedro Saito.
O projeto destes três terminais de BRT (Bus Rapid Transit) é parte do plano de transporte público proposto na candidatura da cidade do Rio de Janeiro para os Jogos Olímpicos de 2016. O plano, desenvolvido pelo escritório Oficina Consultores Associados, é baseado na implantação de uma rede auxiliar de corredores de ônibus tipo BRT que se conecta a rede de transportes existente. Pontos de conexão entre essas duas redes (existente e proposta) os terminais são peças-chave no bom funcionamento da rede metropolitana proposta. De maneira geral, a necessidade de integração foi fundamental na configuração de cada um dos três projetos.
Em Deodoro, antigo sub-centro de subúrbio que se desenvolveu a partir de um entroncamento ferroviário, o desenho do terminal organizou-se tanto em função da necessidade de integração dos diferentes sistemas de transportes (BRT e trem metropolitano), quanto em função da necessidade de integração do tecido urbano descontinuado pela ferrovia.
A passarela elevada sombreada por uma ampla casca metálica arranca da estação ferroviária Marechal Deodoro e atravessa todo o terminal, como principal elemento articulador do programa. Desempenha função de equipamento de travessia, permitindo a ligação gratuita do pedestre entre as duas ‘margens’ da ferrovia, ao mesmo tempo em que distribui o embarque e desembarque das plataformas de ônibus e conecta os usuários de ônibus e trem metropolitano.
O terminal Bossa Nova está inserido no bairro da Gávea. No arborizado terreno destinado ao terminal, está prevista a construção do Museu da Bossa Nova, articulado ao programa do terminal. Uma forte preocupação com a escala deste edifício e sua relação com o pedestre/usuário determinou algumas posturas que levaram a solução de implantação deste projeto. São elas: o rebaixamento do leito viário dos BRTs e o amplo recuo em relação às vias lindeiras – decisão que garantiu uma generosa circulação de pedestres e turistas ao redor do terminal. Uma casca metálica, bastante leve e delicadamente apoiada no solo, recobre o espaço todo, criando uma sutil interferência na forte paisagem daquele lugar.
O terceiro terminal, na vila olímpica, ao lado do RIO CENTRO, apresentava como maiores condicionantes o fato de ser um local de ocupação dispersa, de frente para a lagoa de Jacarepaguá, num local de baixa densidade construtiva. Soma-se a esses aspectos a necessidade de se desmontar o terminal após a realização dos jogos. A ligação prevista do terminal com a Vila Olímpica é através de uma longa passarela elevada, que determina a cota e os pontos de acesso às plataformas de BRT. Uma vez determinado o traçado viário e os acessos, desenhou-se uma envoltória inflável, branca, que recobre todo o conjunto, conferindo-lhe a monumentalidade desejada, condizente com a importância e com caráter efêmero dos Jogos.
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IGREJA CRISTÃ PAULISTANA
PLANO DIRETOR E INTERVENÇÕES
em obras desde 2008
AUTORES: André Sant’anna da Silva (23S) e Giovana Avancini







LOTEAMENTO EM MARESIAS
ESTUDO DE VIABILIDADE
2009
AUTORES: André Sant’anna da Silva (23S) e Giovana Avancini
Encomendado pelo proprietário de um grande terreno no litoral norte paulista, o estudo visa verificar as possibilidades de loteamento do complicado relevo.
As acentuadas declividades (tanto transversal quanto longitudinalmente) sugerem um grande gramado central de uso comum além da divisão dos lotes em 2 níveis.
Dos andares superiores pode-se ver o mar.
CENTRO ESPORTIVO EM THIÈS - SENEGAL
Estudo de Viabilidade
2009
AUTORES: André Sant’anna da Silva, Gaú Manzi, Ivo Magaldi Rodrigues da Cruz, Lucas Girard, Luís Pompeo Martins, Luiz Florence, Moreno Zaidan Garcia, Rafael Urano Frajndlich, Tiago Oakley, Giovana Avancini
Encomendado por uma ONG de Missionários, o estudo tem em vista o apoio de patrocinadores internacionais.
Compõem o conjunto de 2.700m2 uma quadra de futebol, arquibancadas, salas para atividades esportivas diversas e alojamentos temporários.
A solução de projeto favorece o conforto térmico com salas semi-enterradas cobertas pela quadra gramada. As circulações principais são organizadas em dois anéis perimetrais e organizam acessos públicos e restritos. As arquibancadas configuram marquises nas duas praças voltadas para as ruas de acesso.
Sem comentários »NOVO ESCRITÓRIO SEDE - MASTER LANGUAGES
(em obras)
AUTORES: André Sant’anna da Silva (23S) e Giovana Avancini
Duas salas comerciais foram unidas criando um salão de 100m². Um único móvel, de compensado naval e fórmica, foi projetado para organizar os espaços de trabalho e concentrar toda a infra-estrutura da empresa (servidores, impressoras, arquivos, estoques,instalações, etc.).
Sem comentários »CDHU BOITUVA F
AUTORES: André Sant’anna da Silva, Gaú Manzi, Ivo Magaldi Rodrigues da Cruz, Lucas Girard, Luís Pompeo Martins, Luiz Florence, Moreno Zaidan Garcia, Rafael Urano Frajndlich, Tiago Oakley
A Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo requereu 160 unidades neste lote com declividade acentuada e uma grande área non aedificandi na margem de um córrego.
As unidades foram distribuidas em duas tipologias: edifícios compactos de cinco andares e um renque de casas sobrepostas. Enquanto os prédios altos ocupam o interior do terreno, o renque de casas costeia o perímetro com a rua, criando uma interface citadina entre o condomínio e o bairro.
Os edifícios são acessados por uma ponte, no primeiro andar, e contam com unidades de dois e três dormitórios. As salas tem ventilação cruzada e, contígua à área de serviço, uma pequena varanda. O renque de casas tem um acesso similar por passarelas: são casas sobrepostas, onde em uma se entra pela rua baixa do condomínio, e a outra pela rua alta interna, paralela à calçada do bairro.
As duas tipologias representam formas diferentes de se habitar nos bairros periféricos de cidades do interior paulista; em alguns momentos espalhados em casas intermináveis, outros com torres idênticas distribuídas em setores mais urbanizados. Utilizando de forma diferente o modo de atuação repetitiva das companhias de habitação social de São Paulo, nosso projeto procurou articular novas versões dessas tipologias ‘clássicas’ aproveitando a oportunidade do terreno difícil para criar novas relações de espaço.
CHÁ DE DEMOLIÇÃO
Projeto no sumaré, na baixada para a avenida que leva o mesmo nome, começou.
Reforma em residência, com uma cota considerável de serviços de demolição.
Em breve colocaremos mais fotos e o projeto.

















































































